abril 13, 2007

19 anos: parabéns, Anderson!

O futuro melhor jogador do mundo

Quando fores o melhor jogador do mundo, e já não estiveres por cá, lembra-te deste clube de campeões, que te abriu as portas da Europa. Entretanto, se pudesses ficar pelo menos mais uns 2 ou 3 anitos, a malta agradecia.

Publicado por guardabel em abril 13, 2007 09:17 PM | TrackBack
Comentários

Dois ou tres anitos?se não fosse o amigo katsouranis o gajo já tinha ido,ou ia no fim desta época,e se calhar mesmo assim...

Afixado por: condor em abril 13, 2007 10:48 PM

cada vez mais acredito que o meu sporting vai fazer a dobradinha esta e'poca, enquanto que os outros adversa'rios continuam com conversas tem conversas de alto nivel
forca Sporting!

Afixado por: inuite em abril 13, 2007 11:06 PM

s jogasse n capitali gramavamos com ele todos os dias nas capas dos jornais.cumprimentos aos dragoes e a alguns coxos mais grandes

Afixado por: wolf em abril 13, 2007 11:47 PM

parabens puto!

amanha ja sabx!! tens de ajudar a equipa a dar-te uma grande prenda de anos! =)

coimbra tem mais encanto vestida de azul e branco.

Afixado por: joão em abril 13, 2007 11:50 PM

Lembram-se da capa q tanto ofendeu os benfimerdistas, vejam o ultimo post nos Mangalhoes...

Afixado por: M_Sage em abril 14, 2007 02:40 PM

Bem apanhado, M_Sage.
Já leram o CM de hoje????
Para logo à noite: Helton; Bosingwa, Bruno Alves, João Paulo e Fucile; Ibson, Lucho, Jorginho e Anderson; Adriano e Quaresma

Afixado por: Gil Oliveira em abril 14, 2007 02:54 PM

O Pinto da Costa voltou a ocupar a primeira página do Coveiro da Manhã, só falta mesmo o regresso do Bill para que tudo volte à normalidade...

Afixado por: E se "Mão Morta" em abril 14, 2007 03:40 PM

É, sem dúvida, um prodígio. Que fique no nosso clube muitos anos. Mas...

... duvido.

Abraço
Tiago
http://democraciaemportugal.blogspot.com

Afixado por: Tiago em abril 14, 2007 06:57 PM

In Público
"Ferreira Leite despachou a favor do Benfica
O Governo negou ter feito um acordo com o Benfica. A ministra das Finanças mostrou-se chocada com as acusações de conluio. Na verdade, Manuela Ferreira Leite despachou como o clube pretendia.

As acções da SAD foram aceites como garantia para impugnação da sua dívida fiscal do Benfica.

Ao contrário do que afirmou aos deputados, a ministra de Estado e das Finanças, Manuela Ferreira Leite, teve uma intervenção directa no "dossier" fiscal do Sport Lisboa e Benfica. A ministra assinou um despacho em que corroborou o parecer da administração tributária sobre a avaliação das acções da sociedade desportiva (SAD) do clube. Dessa forma, interpretou a lei no sentido favorável ao clube, ao aceitar esses títulos como uma garantia idónea para a impugnação da dívida fiscal por parte do Benfica.

O despacho não é oficialmente divulgado porque, segundo fonte do Ministério das Finanças, poderia revelar aspectos da vida fiscal do clube e, por isso, quebraria o sigilo fiscal desse contribuinte. Mas como o PÚBLICO apurou, a ministra assinou o despacho em que deu o seu assentimento à forma como a administração tributária - incluindo o anterior director-geral dos impostos - propôs avaliar as acções da SAD do Benfica à luz das regras do imposto sucessório.

A ministra Manuela Ferreira Leite justifica essa sua decisão por respeito à autonomia da administração tributária sobre esse tipo de matérias. A sua assinatura seria, desse forma, um mero deferimento do pedido da administração. Mas, na verdade, a ministra poderia ter recusado dar o seu assentimento e exigir que a administração bancária exigisse ao clube uma garantia bancária como determina, em primeiro lugar, o Código do Processo e do Procedimento Tributário. Só que não o fez.

Esta despacho vai ainda contra o sentido das palavras do primeiro-ministro no Parlamento em que remeteu, na passada sexta-feira, qualquer responsabilidade para o Governo socialista. O próprio porta-voz do Ministério das Finanças não admitiu, nesse dia, a existência de algum despacho da ministra que viabilizasse a impugnação nos termos solicitados pelo clube. O comunicado divulgado nessa tarde afirma só que "desde que o Governo tomou posse não foi proferido qualquer despacho ministerial autorizando o pagamento, por qualquer contribuinte, de dívidas fiscais com acções".

O Governo negou ter feito algum acordo com o Benfica, mas omitiu que tinha precisamente despachado no sentido defendido pelo próprio clube. Defesa essa, aliás, feita pelo actual secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Vasco Valdez, junto do anterior Governo quando era então advogado representante do clube.

Um caso delicado

A história da impugnação da dívida fiscal do Sport Lisboa e Benfica vem desde o governo socialista e revela a dificuldade que os partidos do poder têm de exigir as regras legais a contribuintes como os clubes de futebol. Revela igualmente a extrema sensibilidade com que os responsáveis governamentais abordam publicamente estes casos.

O caso do Benfica é apenas mais um episódio no rol de situações de permissividade dos representantes do Estado para com os clubes de futebol. Em 1998, o então presidente Vale e Azevedo negociou directamente com o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais o pagamento faseado das duas dívidas fiscais. Entregou nessa altura um cheque de 254 mil contos e garantiu um "empenhamento forte desta direcção em ser um contribuinte como qualquer outro". Mas, no início de 2001, a nova direcção do Benfica, que afastou Vale e Azevedo, autodenunciou uma dívida fiscal gerada entre 1998 e 2000, num valor próximo dos dois milhões de contos.

A autodenúncia incomodou a administração por não ter detectado essa dívida, quando havia precisamente uma comissão de acompanhamento dos clubes no âmbito da secretaria de Estado dos Assuntos Fiscais, criada em Março de 1998.

Perante esse facto, o director-geral dos impostos veio a terreiro assumir o erro. A comissão de acompanhamento foi substituída, mas os deputados do PS impediram o ministro das Finanças, Joaquim Pina Moura, de ir ao Parlamento falar sobre o assunto. Em plenário, os deputados socialistas ameaçaram os deputados social-democratas de contar o que se passara durante o consulado dos governos do PSD liderados por Cavaco Silva.

A direcção do clube garante que, nos contactos prévios com o director-geral dos impostos, António Nunes dos Reis, este terá assegurado um pagamento da dívida a prestações, quando a lei determina que uma dívida autodenunciada deve ser paga na íntegra. Nunes dos Reis negou, mas admite ter lido um documento apresentado pelo Benfica.

Quando as autoridades se mostraram firmes na versão de um único pagamento, a direcção do Benfica deu uma conferência de imprensa para contestar essa versão dos acontecimentos e mostrou-se disponível para contar o que aconteceu. Mas mais tarde, e apesar da dívida ter sido autodenunciada, o ministro das Finanças aceitou que se procedesse a uma inspecção para quantificar a dívida e que as notificações ao clube fossem feitas à medida que se quantificasse a dívida de cada ano em causa. Ou seja, aceitou, na prática, um pagamento a prestações que a lei contrariava.

Apesar do clube não ter entregue o IRS descontado nos vencimentos dos futebolistas, tal como espelha o relatório da Delloite & Touche, o Ministério das Finanças declarou que não havia razão para um inquérito-crime por abuso de confiança fiscal aos dirigentes do Benfica. Aliás, este foi apenas mais um episódio entre o Ministério Público (MP) e a administração fiscal sobre a obrigatoriedade ou não de comunicação ao MP dos casos de crime detectados. No caso do Benfica, teve de ser o ministro das Finanças, Oliveira Martins, a quase intimar o director-geral a comunicar o caso ao MP.

Quanto às dívidas autodenunciadas, o clube apenas foi notificado para pagar 1998 quase no final de 2001, num valor aproximado de um milhão de contos. E, apesar de ter sido o clube a assumir essa dívida, a mesma direcção contestou-a na parte dos juros. Alegava-se que como tinha sido o clube a denunciar-se que não haveria direito à cobrança de juros. Mas outros dirigentes admitem que se tratou de um expediente para protelar o pagamento.

Foi por volta dessa altura que o Benfica solicitou uma a passagem de certidão da administração fiscal atestando a sua situação de não devedor, com vista à assinatura do contrato relacionado com as obras do estádio. Ora, essa certidão só poderia ser passada se a impugnação da liquidação estivesse conforme a lei.

O problema da garantia

Para realizar essa impugnação, o clube tinha de entregar garantias. O artº 1999 do CPPT afirma que, na impugnação, "caso não se encontre já constituída garantia, com o pedido deverá o executado oferecer garantia idónea, a qual consistirá em garantia bancária, caução, seguro-caução ou qualquer meio susceptível de assegurar os créditos do exequente". Ora, em vez disso, o clube entregou acções da SAD, não cotadas, num total de 20 por cento do capital.

A administração fiscal ficou, assim, com o assunto delicado entre mãos. Em primeiro lugar, as acções são de valor mais do que discutível. Em segundo lugar, a própria lei das sociedade desportivas não abre a possibilidade de o Estado poder deter acções de sociedades desportivas, apenas prevendo os casos das regiões autónomas e de associações de municípios. E isso era o que aconteceria em caso de execução da garantia.

O assunto começou a ser estudado e demorou meses até se chegar a uma conclusão. Como tal, a administração fiscal escusou-se a legitimar a situação e passou uma certidão em que se referia que o Benfica não estava regular do ponto de vista fiscal. Mas apesar disso, o contrato para construção do clube foi assinado, em Janeiro passado, com pompa pelo então ministro do Desporto e Juventude, José Lello.

Mas em Março, o então secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Ricardo Ferreira Fernandes assinou um despacho que flexibilizou as regras de prestação de garantias (ver caixa). Desconhece-se se foi ao abrigo deste despacho que a ministra deu o seu aval, mas o certo é que a administração fiscal descobriu um critério de avaliação das acções da SAD. Com base nas regras do imposto sucessório, avaliou-se os títulos não ao ser valor nominal de cinco euros, mas de três euros por acção.

A proposta da administração fiscal foi deixada pelo anterior Governo para o seguinte. O ex-ministro das Finanças Oliveira Martins afirmou ao jornal "Expresso" que, quando se aperceberam que a situação fiscal do Benfica se tornara tema de campanha eleitoral -depois do jantar de apoio a Durão Barroso em que Vilarinho esteve presente -decidiu nada fazer. O despacho da ministra Manuela Ferreira Leite coloca um ponto final no pedido do Benfica. Aceita as acções da SAD como boas e, com elas, toda a situação fiscal do clube regularizada"

Afixado por: Não pagamos em abril 14, 2007 07:19 PM

Cadeia com eles,corruptos ladrões,e estes politicos cobardes também deviam ser presos!Isto é uma miséria!Aposto que o pito dourado nasceu para desviar atenções das verdadeiras roubalheiras que estes parasitas fazem lá em sodoma!Imorais,filhos da puta,gatunos do meu suor!Bem hajam todos os trabalhadores honestos que consegem enganar o fisco!Engordar parasitas?Dassssss...

Afixado por: condor em abril 15, 2007 12:53 AM

Em Coimbra só a Zara e a Académica... e Mão Morta, quando há Latada... "E SE", "Não Pagamos!"
PS: Este Jesualdo já está na idade.. de pedir a reforma..
Tira o Jorginho, o melhor em campo, para quê??? para defender o resultado???
"Continuemos" todos a rezar para que Ricardo Costa não jogue de início, para que Raul Meireles não entre na segunda parte, para que Anderson, jogue, pelo menos, 45 minutos.
PS: Não havia necessidade, Jesualdo!!!

Afixado por: Gil Oliveira em abril 15, 2007 05:15 AM

E se... eu fosse presidente, esperava mais 5 jornadas e buscava lá o tal de bicho, aquele que, segunda feira, dará o golpe final, nesses 6 milhões de filhos com fome em casa...

Afixado por: Gil Leite Morgado em abril 15, 2007 05:27 AM
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